Gestão Financeira Empresarial

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Chegou o ebook que você precisava para organizar o financeiro da sua empresa

Gestão financeira não é papo para especialistas e o sucesso da sua empresa depende da sua compreensão sobre o assunto.  Cuidar das finanças do seu negócio não é um bicho de sete cabeças.

Por isso, preparamos este ebook para te ajudar a dar o primeiro passo rumo a organização financeira que o seu caixa tanto precisa.

Neste material você vai encontrar:

  • os primeiros passos fundamentais para estruturar a gestão financeira;
  • a diferença entre os três relatórios contáveis mais importantes;
  • e 5 dicas para começar hoje mesmo a sua educação financeira.
Gestão Financeira para pequenas empresas

O Bê-À-Bá da Gestão Financeira Empresarial

Não é raro ouvir pessoas empreendedoras dizendo “primeiro vou fazer minha empresa crescer e depois eu começo a organizar minhas finanças”. Esse pensamento não é nada coerente e só tende a prejudicar a empresa. De acordo com o Sebrae, 7% das empresas fecham por falta de lucro e 20% por falta de capital. Mas o dado mais alarmante é que 50% dos pequenos empresários fecham suas portas porque não sabem calcular se tiveram lucro ou prejuízo com a empresa.

O mesmo estudo ainda aponta que 70% das pequenas empresas não chegam ao quarto ano de vida por falta de gestão estratégica e financeira. Esses números mostram que deixar a organização das finanças para depois não é uma opção.  Falar sobre gestão é imprescindível para a manutenção dos negócios. 

Pouco adianta ter um ótimo produto ou oferecer um excelente serviço se os números no final do mês não batem. Sua empresa deve estar organizada para gerar lucro a ser reinvestido no crescimento da própria empresa e ainda capital para você, pessoa empreendedora. 

Nesse sentido, entramos no fundamento número um da gestão financeira de pequenas empresas: a separação das duas pessoas, jurídica e física.

Cada coisa em seu devido lugar

Tratar as pessoas física e jurídica separadamente é a primeira tarefa da lista. Isso porque é impossível realizar a gestão financeira empresarial quando os gastos pessoais e do negócio estão misturados. Dessa forma, uma ação bastante simples e que ajuda muito no processo é abrir uma conta PJ para a empresa.

Com a separação dos extratos bancários, fica mais fácil analisar as movimentações financeiras para realizar os cálculos mensais necessários. E se você está pensando que abrir uma conta jurídica trará mais gastos para o seu negócio, saiba que já existem no mercado opções com nenhum custo, como é o caso da Cora, por exemplo. Completamente isenta de tarifas, a conta PJ Cora oferece PIX PJ, TED e gerenciamento de boletos de forma ilimitada e descomplicada.

Depois da separação dos extratos, o próximo passo é detalhar todas as despesas que você e sua empresa possuem para dar início ao processo de controle financeiro. Esse detalhamento é essencial no processo de diagnóstico da saúde do seu caixa. 

Com a confusão de capitais, muitas pessoas empreendedoras supõem que seus negócios estão dando lucro, quando na verdade estão à beira de uma crise. Ou ainda, a empresa está dando prejuízo há algum tempo, mas essa situação não foi observada porque o capital social do empreendedor está mantendo as portas abertas. O processo pode parecer burocrático e moroso, mas acredite, conhecer a realidade dos números é o que garante o crescimento dos negócios.

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Os três principais relatórios da gestão financeira empresarial

A contabilidade analisa diversos relatórios financeiros, mas podemos dizer que os três documentos indispensáveis para uma boa gestão são o fluxo de caixa, o DRE e o Balanço Patrimonial. Cada um deles é estruturado em um formato e serve para um propósito diferente. Portanto, estamos falando de relatórios que se complementam.

O acompanhamento frequente e correto desses dados permite que você tome decisões mais estratégicas sobre o negócio. Por isso, observe atentamente cada uma das definições para conseguir utilizar as ferramentas de maneira objetiva. 

 

Fluxo de Caixa

O fluxo de caixa é a ferramenta básica para qualquer gestão financeira, pois o seu objetivo é apurar as movimentações diárias (de entrada e saída) que afetam o saldo. Dessa forma, o relatório é capaz de fazer projeções para que você sempre tenha capital disponível para cumprir as obrigações da empresa dentro prazo.

Um bom gerenciamento do fluxo de caixa observa atentamente todas as movimentações de dinheiro, sem exceção. Isso significa que mesmo as pequenas retiradas dos sócios ou ainda as despesas do cafézinho com o cliente precisam ser inseridas no relatório.

Para quem está começando a fazer esse processo agora, é recomendável anotar os valores em um caderno ou até mesmo no celular para não esquecer de fazer o lançamento depois.

 

DRE

O Demonstrativo do Resultado do Exercício (DRE) é um relatório contábil que estrutura a posição patrimonial e financeira de uma empresa. Seu objetivo é evidenciar se as atividades empresariais estão gerando lucro ou prejuízo. 

O documento costuma ser elaborado junto com o Balanço Patrimonial e precisa, obrigatoriamente, ser assinado por um contador habilitado pelo CRC (Conselho Regional de Contabilidade). Todas as empresas, exceto o MEI, são legalmente obrigadas a apresentar o relatório após o encerramento do ano-calendário. 

Além de ser um documento fiscal obrigatório, o DRE é uma importante ferramenta de controle e gestão financeira para empresas. Isso porque sua organização permite que você entenda onde estão as maiores despesas da empresa, qual o tamanho do seu custo operacional e ainda verifique como foi a evolução das receitas ao longo dos meses. 

Dessa forma, através desse relatório é possível estipular metas estratégicas atingíveis para a empresa.  Sua estrutura é basicamente a seguinte:

Demonstração do Resultado de Exercício (DRE)

Receita Bruta 

(-) Deduções Vendas

= Receita Líquida

(-) Custo de Vendas

= Lucro Bruto

(-) Despesas Operacionais

= Resultado Líquido do Exercício 

 

 

Balanço Patrimonial

Por fim, o balanço patrimonial é um demonstrativo contábil que apresenta todos os detalhes sobre a situação financeira de uma empresa. O documento oferece um relatório completo das atividades da sua empresa,  ou seja, bens, direitos e obrigações. 

O documento evidencia as fontes de recursos e investimentos para que seja possível avaliar se existe equilíbrio entre o que a empresa possui e o que ela deve. A análise do balanço patrimonial garante que os sócios tenham clareza sobre a situação financeira da empresa. A apresentação do relatório é uma obrigação prevista pelo Código Civil para grande parte das empresas e costuma ser elaborado a cada 12 meses. 

O relatório é estruturado e dividido entre ativo, passivo e patrimônio líquido, como você pode ver na tabela: 

ATIVO

PASSIVO

Circulante

Circulante

  • Caixa
  • Contas a pagar
  • Estoque
  • Não Circulante
  • Contas a receber
  • Dívidas de longo prazo

Não Circulante

Patrimônio Líquido 

  • Imobilizado
  • Capital social

 

Ativos

São todos os bens, direitos e recursos de um negócio, ou seja, tudo aquilo que pode gerar um valor econômico: maquinários, veículos, móveis, equipamentos, estoques e contas a receber.

  • Ativo Circulante: bens e direitos que podem ser transformados em valores em um período inferior a um ano (estoque, contas a receber);
  • Ativo Não-Circulante: bens e direitos que precisam de mais de um ao para serem transformados em valores (imobilizado).

 

Passivo

São todas as despesas, obrigações e dívidas de uma empresa com terceiros, como por exemplo: salário de funcionários, pagamentos de contas mensais, dívidas a longo prazo.

  • Passivo Circulante: todas as dívidas, despesas e obrigações financeiras com prazo de vencimento inferior a um ano (impostos, contas a pagar)
  • Passivo Não Circulante: dívidas com prazo de vencimento superior a um ano (empréstimos)
  •  Patrimônio Líquido: é composto pela soma de todos os recursos próprios da empresa. Para chegar a esse resultado são considerados os valores investidos pelos sócios, o capital social e os prejuízos/lucros acumulados.

 

Patrimônio Líquido

Por fim, o patrimônio líquido é o resultado da soma de todos os recursos que são propriedade da empresa. Dessa forma, são considerados os valores investidos pelos sócios, acionistas e cotistas, o capital social, as reservas de lucros, os prejuízos acumulados, valores em caixa, dentre outros

O patrimônio líquido é obtido por meio de um cálculo que considera os ativos e passivos, assim é possível encontrar o que a empresa, de fato, possui. Nesse sentido, se os ativos superam os passivos dentro do período, a diferença encontrada corresponde ao patrimônio líquido. Se a conta não for positiva, ou seja, os passivos superarem os ativos, isso é um sinal de enorme atenção sobre a saúde financeira da empresa.

A gestão financeira empresarial não precisa ser complicada

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Gestão Financeira para pequenas empresas
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